Ontem
minha super amiga Lolly (Ana Carolina Cortes do RH da Odebrecht) falou que minha
história profissional estava virando tema de discussão de trabalho.
Em janeiro de 2008, decidi trocar uma carreira bem-sucedida no glamouroso e enlouquecedor
mercado de capitais para assumir a diretoria de comunicação da Gatacine,
produtora de cinema, comerciais e conteúdo para TV e internet.

Na
época da MZ Consult:
À caráter, Alek visita o incrível
terminal de Contêineres da Santos-Brasil Participações
Apesar
das inúmeras perspectivas como gerente de comunicação e sustentabilidade
da MZ Consult, maior empresa de relações com investidores do país
(que não pára de crescer), usei minha intuição e experiência
para descobrir o rumo que precisava seguir em nome da minha realização
e felicidade.
Se
tem uma coisa que aprendi no mercado de capitais é que você precisa
ter visão de longo prazo para identificar ativos com potencial de valorização.
Mas não basta apenas vislumbrar: é preciso ser empreendedor, arriscar-se,
saber investir, mergulhar no negócio, gerenciar riscos, administrar o que
a vida traz de volta... Bem, com tudo isto em mente, apostei minhas fichas na
intrépida Gatacine.
Sempre
fui visionária e trabalhei no mercado da vez: propaganda, internet, telecom,
mercado de capitais... Não vai ser diferente agora. Estou me posicionando
para o próximo grande boom.
Frio
na Barriga
A
cada mês, os horizontes da produtora se expandem, sinalizando incríveis
oceanos a serem desbravados daqui para frente em termos de negócios. A
Gatacine promete ainda fazer barulho este ano com o lançamento do polêmico
longa-metragem "La Riña", que deve entrar no circuito competitivo
dos festivais de cinema internacionais e nacionais no segundo semestre. Os bastidores
da produção podem ser acompanhados no blog
oficial do filme que escrevo desde o início da produção
em 2007.

Realidade
ou Ficção?
Alek (de vestido marrom) quebrando
um galho nos bastidores de "La Riña"
Continuo
fazendo projetos editoriais para o mercado financeiro (a exemplo do novo Relatório
Anual da CPFL Energia), mas agora o papo é outro: escolho os projetos que
quero fazer (não abro mão de qualidade de jeito nenhum), tenho qualidade
de vida, começo ou termino meu dia fazendo yôga, trabalho ao lado
de um cineasta, convivo com um time de criativos, não preciso ter mesa
e posso até escrever meus textos deitada no lounge da produtora ouvindo
o som dos pássaros.
(...)
Uma cena de filme em primeira mão, uma trilha sonora comovente, um roteiro
maravilhoso, uma notícia incrível, um momento de extrema poesia...
Trabalhar na Gatacine é literalmente emocionante e às vezes eu não
agüento, não: choro de alegria e pura emoção, porque
o sentimento simplesmente não cabe no peito...
