Fevereiro 2009

Por que investi minhas fichas
na economia criativa?


Aleksandra Zakartchouk

Minha carreira de 15 anos é marcada por um denominador comum: sempre surfei a onda da vez: peguei o boom de propaganda, internet,tecnologia e mercado de capitais (leia sobre meu background profissional). Porém há um detalhe importante por trás de tudo: sou visionária e me posiciono estrategicamente para sair à frente bem antes do "estouro da boiada". Ou seja: quando todo mundo descobre o novo filão, eu já estou a mil no pedaço.

Por outro lado, depois do crash da NASDAQ em 2000 (que causou efeito-dominó no setor de pontocom), aprendi a viver sempre preparada para enfrentar crises com planos B, C, D, E, F... Z na gaveta. Diríamos que isto seja resultado de meu instinto de sobrevivência e minha adaptabilidade, afinal a seleção natural impera desde que a vida existe.

Assim, procuro sempre exercitar meu instinto, minha visão e intuição para sair da costa bem antes do tsunami chegar. Mais do que isto: procuro viver de maneira que consiga aproveitar a energia da maré para sair da área de risco, tomar impulso e ganhar velocidade para desbravar novos oceanos.

A crise é um tsunami avassalador. Você pode ficar passivo esperando pela grande onda ou pode prever a catástrofe com antecedência e correr para o topo do mundo de maneira que a onda assassina apenas lamba suavemente a planta do seu pé.

Não é por acaso que há um ano apostei na "economia criativa"... Além de ser a onda da vez, precisava fixar raízes em um setor econômico onde meu talento fosse reconhecido, valorizado e onde eu fosse vista como única por aquilo que sou, penso, soluciono, crio, escrevo e conquisto. Sabia que tinha que atuar no mercado usando meus dons, meus super trunfos, meus diferenciais, minhas cartas mais fortes e imbatíveis...

Cérebros Criativos: cada um vende o que tem de melhor

Tempos de crise demandam cérebros capazes de enxergar soluções inovadoras no meio do caos. E se você fizer parte de um time de primeira, como é o meu caso na Gatacine, a crise nada mais é do que um desafio a ser enfrentado em grupo com criatividade, adaptabilidade e determinação. Não adianta chorar. Crises sempre existiram: esta não é a primeira, nem será a última. Por isto, é essencial aprender a viver, pensar, agir, consumir e fazer planos de maneira responsável e sustentável. O futuro depende disto.

Em tempos de volatilidade no mercado financeiro, o valor do dinheiro é absolutamente variável. Por isto, só posso confiar no meu capital intelectual, nos "ativos criativos" que sou capaz de conceber e na minha adaptabilidade para dançar conforme a música. Com criatividade e empreendedorismo, fazemos o impossível acontecer...


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Blog Alekie Poulain
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